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29 de janeiro de 2016 às 19:35

Quem só foi descobrir que tinha TDAH quando já era adulto?

Que perrengue a gente passa!

Eu só descobri quando já tinha 37. Minha vida era uma bagunça generalizada. Depois do diagnóstico e tratamento, as coisas foram entrando nos trilhos aos poucos. Hoje sinto que tenho algum controle sobre a minha vida.

Mas ás vezes fico pensando quanto tempo perdi…

29 de janeiro de 2016 às 22:05

Eu tbm descobri no ano passado, aos 33 anos. Com o diagnóstico, muita coisa começou a fazer sentido, o pq eu tintas certas atitudes e agia de forma não compreendida pela sociedade.

29 de janeiro de 2016 às 23:28

Parece que tudo fica mais difícil na idade adulta, especialmente, porque um caminho longo de oportunidades já foi perdido. 

Ainda mais, no Brasil onde o governo só atrapalha a vida de quem tem TDAH…

30 de janeiro de 2016 às 0:13

É um terror!

A gente se sente um peixe fora d´água. E ninguém entende! Só quem passa por isso é quem sabe

30 de janeiro de 2016 às 11:42

Eu tive o diagnostico há 3 anos.Mas sempre soube q tinha algo estranho pois não terminava nada ,sempre fui ansiosa e agitada. Atrapalhou a minha carreira.Sou médica e iniciei tres residências,mas não consegui terminar nenhuma.

Quando procurei apoio psiquiatrico estava em uma fase horrorosa de minha vida pessoal,já não conseguia nem assistir a um filme,era inconveniente ,enfim muitos problemas.

Uso medicação e faço terapia.As vezes estou bem, mas as vezes uma coisinha pequena me deixa irritada  e ansiosa. E a chuva de idéias q parece q não termina ainda, dependendo da situação…

30 de janeiro de 2016 às 12:05

Olá, pensadores rápidos!

Tudo bem?

Prazer sou Kim, tenho 23 anos, moro em Curitiba e descobri que eu tenho TDAH a 1 semana. Eu já tinha escutado falar, e uma amiga já tinha até me zuado a respeito, mas eu achava que era normal ser tão desatento . .

Minha ficha caiu esta semana, indo a uma psicologa e vendo vídeos a respeito no youtube e principalmente o vídeo dos depoimentos do pessoal do forúm. Eu chorei muito. . .

Com o vídeo, caiu a minha ficha. Vendo todas aquelas pessoas que eu nunca vi na minha vida terem passado pelas MESMAS coisas que eu passei! Foi péssimo, eu assistir o vídeo, porque eu não posso mais disfarçar para mim mesmo oque eu tenho, e os problemas que isso vão me causar e que me causaram e que eu nunca vou poder refazer ou apagar. E incrível ao mesmo tempo de ver que eu não sou o único assim. Obrigado pelo vídeo!

Eu estudo arquitetura, eu acho, tranquei 3x porque eu não conseguia fazer os trabalhos, mesmo sendo de assuntos que eu me interessava bastante.

Eu faço origami, e amo artesanato.

Eu tenho muitas ideias a respeito de tudo um pouco. De uma casa em formato de origami, a uma cadeira em formato de flor, tenho umas viagens a outro planeta e ao nada. Sou mais pensamento e problemas do que carne. Eu não sei mais como lidar com isso. Eu não consigo realizar nada de minhas ideias, sempre tem algo que me interfere. Será melhor eu ficar no outro planeta?

Ninguém me entende, e a pressão pela faculdade e em arrumar um emprego me apodrecem. Não sou relaxado, eu tento e não consigo! Porra!!

Eu queria conversar com alguém que tenha se identificado.

Obrigado de novo!

30 de janeiro de 2016 às 16:00

Oi Kim, me sinto exatamente igual. Como se fosse de outro planeta. No meu caso eu gosto de escrever. tenho mais de 200 músicas compostas e mais de 2 mil poemas. Mas, aquela coisa, né, tudo bagunçado…

Eu tenho mais de 40 anos, então lá pelos 37 eu estava muito mal, deprimida, porque embora tivesse feito algumas coisas bacanas na vida, não tinha continuidade. Depois que comecei o tratamento, aos poucos a parada foi mudando. A terapia me ajudou muito, no lance de focar um projeto de cada vez, entende? E a medicação ajuda na concentração. Mas, realmente, a grande descoberta, pra mim, foi descobrir, que se eu escolhesse, algumas coisas, e me dedicasse a uma de cada vez, eu poderia concluir algo. Então, eu consegui finalizar meu primeiro livro e já estou escrevendo o segundo.

Cara, é difícil, porque na minha cabeça, eu já tenho pelo menos 10 ‘livros’, tipo, as histórias estão inteiras na minha cabeça, então é difícil escolher uma, pra começar, principalmente, porque quando a gente começa a escrever, a gente vê que a velocidade da escrita é bem mais lenta do que as ideias, e isso, gera ansiedade. aí, eu resolvi começar pela ideia mais simples sabe, tipo a que eu achei que seria mais fácil de escrever. Cara, foi maneiro, em 1 mês, estava tudo no papel. Claro, depois fui corrigir, reler, e tal, mas, a sensação de ter concluído, mesmo que ele nunca seja publicado, a satisfação de ter dado vida a uma ideia minha inteira, foi incrível, e me encorajou para os próximos.

Também concordo com você, a pressão social para ganhar dinheiro é um inferno, já que a gente se alimenta de ideias. Mas também eu descobri que não posso mudar o mundo, então encontrei, quer dizer organizei meu tempo (com muita dificuldade, mas consegui) pra me dividir entre as obrigações e as coisas que eu gosto. Eu não mudei cara. Continuo achando um porre, mas consigo fazer, e depois agarro meu tempo com fome e me joga no meu mundo imaginário, feliz da vida.

Não desanima Kim! Você vai encontrar um jeito de desenvolver tuas ideias em meio a esse caos interno, além do externo…rs…

Um beijo pra você, fica com a gente!!1

30 de janeiro de 2016 às 16:26

Uau! Muito obrigado por me contar a sua experiência de vida com o TDAH, até me deu um up!

^^

 

30 de janeiro de 2016 às 17:07

Iae galera Felipe Rios na area ! Sonhador  de 24 anos faço RH  vou me formar esse semestre e ja vou começar Psicologia se Deus quiser em uma Federal/Publica \o/

Sou TDAH desde infância. Era tao forte que todos percebiam pois demorei muito para aprender a ler e escrever, problema de dicçao , cordenaçao motora e sempre fui conhecido por estar sempre nas nuvens , sofri muito bullying do tipo ” Nossa voce parece que é retardado ” . Os meus pais sempre me protegeram demais pois também me viam de um jeito vitimizado o que foi péssimo para mim. Virei um adolescente sem auto estima e com tempo desenvolvi depressão e junto com isso minha saude ficou debilitada pois como minha mente era fraca logo meu corpo também ficou.

Eu tinha tudo para dar errado mas algo em mim sempre fui muito forte e acredito que em voces tambem que era esperança. Tinha crises de ansiedade que me gerava falta de foco  e tudo que vem junto mas eu nunca desisti de mim e coloquei na cabeça que eu iria consertar o que estava errado na minha mente nem que eu tentasse 1000 vezes . Bom aos 16 comecei a praticar artes marciais o que me ajudou muito a melhorar meu foco e principalmente minha auto estima . Meu professor dizia sempre ” Para de ficar olhando para baixo , isso é coisa de gente fraca . Quando alguem olhar para voce olhe nos olhos pra mostra que voce é igual e que ninguem é melhor que ninguem” . E claro que como bom TDAH eu ficava mudando de academia toda hora mas mesmo assim aprendi muitas coisas boas com a filosofia oriental. Bom ja adulto tive como primeiro emprego auxiliar administrativo em concurso publico temporário que prestei. Trabalhava em orgao militar e isso foi muito ruim no começo pois os militares pegavam muito pesado quando eu estava distraido e no mundo das nuvens. Ja tive que fazer varias flexões e tomei vários gritos pelos erros e pensei em pedir baixa mas tinha em mente que se fizesse isso as pessoas  me viriam como um coitadinho. Bom sofri calado sem contar nada para ninguém,só que com tempo foi aprendendo a impor respeito e a lidar com as limitações do TDAH dentro de um ambiente de trabalho e com o passar do tempo ganhei muita admiração dos que trabalhavam comigo ao ponto de receber um agradecimento oficial do batalhao pelo excelentes serviços prestados.

Fui superando e aprendendo a lidar com as minhas limitações de atenção, falta de foco, procrastinação e etc. Bom mas nem tudo são flores tentei me efetivar como militar pois era temporário mas infelizmente nao passei nos teste psicológicos (teste esses que eu irei questionar quando me formar em psicologia pois ainda acredito que tenho todas habilidades e competencias para tal mas enfim neh).

Em uma crise de procrastinação que tive procurei algo na internet e terminei descobrindo TDAH mas nao me auto diagnostisquei,  me consultei com uma das maiores autoridades da area.

A doutora ficou surpresa com meu historico e disse que ja viu historico parecido que terminaram com pessoas que vivem hoje a base de remedios mas eu conseguir superar muito dos sintomas apenas pela força de vontade. Ela disse que deveria fazer um tratamento apenas para aprender a lidar melhor com a procrastinação .

Ja li muitos livros sobre assunto e ate hoje cada dia que passa eu aprendo mais sobre minha mente e crio estrategias para lidar com ela.  Tenho excelentes notas na faculdade , ja tenho minhas metas desse ano, tenho um bom relacionamento e claro tenho minhas recaidas mas eu sempre as enfrento com determinação

Bom eu falei pouco de mim apenas para contextualizar o meu conselho :

TDAH e um problema sim mas não é o fim do mundo . Alias alguns psicólogos defendem a ideia que talvez ela nao exista e seja apenas um modo diferenciado de o cérebro trabalhar.não se vitimizem e procurem lidar com suas e principalmente com o lado positivo afinal vocês pensam mais rapido que a maioria e certamente tem uma criatividade incrivel! Tenha em mente vocês sao quem comandam a sua vida. A sua mente pode te sabotar apenas se voce permitir que ela faça isso.  DECLAREM GUERRA AO TDAH.

 

 

Tamo junto ; )

 

 

  • Esta resposta foi modificada 1 ano, 1 mês atrás por Foto de perfil de Felipe Rios Felipe Rios.

30 de janeiro de 2016 às 17:11

Eu passei e ainda passo por muitas dificuldades. Com a terapia aprendi a controlar, não sempre ,minha impulsividade e focar no que preciso fazer.  Não uso mais ritalina, me ajudou muito,mas depois de um tempo passou a me deixar mais agitada. Mas tenho tratamento medicamentoso para a ansiedade.Não é fácil.Até escrever a este respeito é complicado , acabo perdendo o rumo.

E nas conversas chatas em que vc tem q fazer cara de paisagem , concordando e sem ouvir metade?kkkkkkkkkkkkk

 

 

31 de janeiro de 2016 às 10:12

Ouvi un psiquiatra me dizer que penso mais rápido que falo ou ajo.

Mas é muito dificil a mente borbulhar de ideias e vc não conseguir materializar isso. Ou conseguir planejar e nao levar adiante.

Eu sempre fui taxada de preguiçosa, erro myuto no trabalho quando procrastino. Mas percebo que nao me tiram da munha função porque dou conta do recado mesmo aos trancos e barrancos.

Pra variar o estagiário que trabalha comigo foi diagnosticado com TDAH e o terceirizado parece que também. Kkkkkkkk Ou seja, a equipe que deveria me suprir nas minhas falhas como ficar me lembrando do que esqueço pra nao procrastinar, tbm tem o mesmo problema que eu. Kkkk

Enfim, não tomo remédio nem funo terapia. Nao sei como vcs conseguem continuar fazendo terapia. Até a academia eu começo e paro e recomeço e paro e asdim se vao qse 6 meses.

1 de fevereiro de 2016 às 12:40

Pessoal, boa tarde. Que relatos excelentes, obrigado! Eles trouxeram muito conforto pra mim.

Eu tenho 44 anos, e só tive a confirmação do TDA há cerca de dez. Eu sofri muito por conta da minha desatenção, principalmente no campo profissional, onde até cheguei a perder um emprego por conta disso.

Tive também problemas em relacionamentos amorosos, e frequentemente fui (e ainda sou) zombado por “amigos” e “colegas de trabalho” por conta da falta de foco e do meu desligamento. A sensação de frustração e tristeza que me toma nesses momentos é muito forte, chega a ser como que um gatilho para uma crise depressiva, mas as sessões de psicologia e a tomada de vários cuidados com minha forma de pensar têm me ajudado a manter mais atenção no mundo à minha volta.

Não é fácil ficar neste controle o tempo todo, e acho que nunca será. Mas como não há outra alternativa, o ideal é encarar esse desafio como uma forma de me aprimorar e abraçar essa luta com otimismo e alegria.

E vamo que vamo! 🙂

 

1 de fevereiro de 2016 às 14:00

olá pessoal, sou Vanilda e moro no ES, descobrir que tinha TDA com 32 anos, e sofri muito até descobrir o meu casamento quase acabou, não conseguia estudar ou trabalhar num mesmo local por muito tempo a não ser que alguma coisa me chama-se atenção, começava várias coisas e não terminava nenhuma desistia no caminho. Não tomo ritalina mas, uso Sertralina que me ajuda na concentração, principalmente nos estudos.

E assim vou seguindo…até mais!

1 de fevereiro de 2016 às 15:16

Boa tarde.
Eu desde criança tive problemas na escola, era desatenta, inquieta, me achava burra e feia. Todos eram melhores que eu, parecia que nada entrava na minha cabeça… Na adolescência fui fazer Magistério, e como o curso era com aulas práticas e bem menos teoria, me dei super bem! Minhas notas foram melhorando… Enfim, descobri que sou portadora do TDAH através da minha filha. Ela estava tendo muitos problemas na escola, a psicóloga da escola me chamou pra conversar e a encaminhou para fazer terapia. Depois do diagnóstico dela, descobri o meu. Eu li o livro “No mundo da Lua” e me vi naquele livro, chorei muito, parecia que o autor falava da minha vida. Fiz vários testes, passei por várias Psicólogas, e veio o resultado. Mas não fiquei triste, pelo contrário, eu vi uma luz no fim do túnel! De tempos em tempos volto pra Terapia (claro que eu sei que devo ter um segmento, mas começa a ficar tediante e paro), mas quando não estou bem, eu volto.

2 de fevereiro de 2016 às 1:47

Fui diagnosticado por uma psiquiatra com TDAH há cerca de 5 meses, mas grau leve. Iniciei tratamento com ritalina 10mg, já passei para dois comprimidos, mas voltei para 10mg por conta dos efeitos estranhos/ruins que 20mg me dá. Tenho minhas dúvidas se 10mg dá algum efeito, ou se é muito sutil, tirando meu sono constante.

Meu maior problema com a TDAH é a procrastinação. Na época de provas da faculdade, eu sabia com antecedência que deveria estudar, mas sempre deixava para o dia anterior à prova. Então ficava uma semana dormindo menos de 4h/dia para estudar, tomando muito café, me estressando muito, e não à toa fiquei com gastrite. Mas sempre consegui passar nas matérias, tendo reprovado apenas em duas cadeiras que consegui recuperar depois. Sem contar que o estudo não rendia muito, mas eu conseguia dar meu jeito de passar nas matérias – colar, pegar prova do semestre passado, etc. Durante as aulas, ficava morrendo de sono e viajando olhando sem foco pro quadro, ou mexendo no celular, mesmo na época que não trabalhava e dormia pra caramba.

A procrastinação me destruiu na época do TCC, a qual ainda estou desenvolvendo. 4 ANOS enrolando fazer um TCC cuja parte prática consegui terminar em 5 meses com ajuda da ritalina. Estou escrevendo a monografia e usando 10mg, que me parece não dar nenhum efeito. 20mg me dá um efeito que não é ideal para escrever, já que fico muito agitado, então voltei à procrastinação ¬¬.

Eu tenho feito uso de algumas técnicas de produtividade, como o GTD e o Pomodoro, que me ajudam bastante, exceto para de fato iniciar a tarefa. Me falta motivação e foco.

Eu gostaria muito de fazer um tratamento sem uso da substância, como a terapia que alguns daqui já estão fazendo, pra ver que resultado conseguiria tirar. Alguém mais, mesmo com o tratamento iniciado há algum tempo, acha que não tem TDAH, mas falta de disciplina? Essa é a sensação que tenho às vezes, mesmo tendo efeito positivo com o uso do remédio.

2 de fevereiro de 2016 às 16:13

Horarios,datas .Que raiva!Acabei de informar o horario do dentista para o meu marido.Confundi ,ele perdeu o horario e ainda me tratou feito uma retardada insinuando que eu me faco de burra! Odeio isto…

2 de fevereiro de 2016 às 19:29

Pessoal, me sinto muito feliz em poder encontrar pessoas que falam a mesma língua! É muito frustrante estar em um meio em que as pessoas te vêem apenas pelos seus resultados e,portanto, te julgam “preguiçoso” ou “incapaz” ou – o pior- que “isto não é para você”. Muitas vezes isto vem das pessoas que mais amamos na vida.

Tenho 26 anos e como todos aqui, fui diagnosticada depois de adulta – precisamente aos 23 anos. Apesar de ter reprovado em matemática na antiga 8ª série depois de anos sendo aprovada aos trancos e barrancos nesta disciplina. Por paixão e teimosia iniciei a faculdade de engenharia em uma faculdade particular em 2009. E lá estou até hoje (fev 2016) vendo turmas e mais turmas ser formando.

Mas o que era evidente  – a ponto de um querido professor de física perceber (depois da 6ª tentativa de passar em física I) – era que minhas provas tinham uma característica: matemática sólida e questões largadas pela metade, além daqueles típicos “errinhos” que acarretam um efeito cascata.

Eu estava a ponto de desistir de tudo – já mal saía de casa por vergonha de mim mesma – quando reencontrei um velho amigo que também tem TDAH e que posteriormente se tornou meu namorado. Além de ter tdah, ele tinha o sonho de ser psiquiatra e estuda bastante sobre psicanálise. Foi ele quem me orientou a procurar o neurologista por ver grandes semelhanças com sua própria história.

Passei a tomar a Ritalina. Mas sabe o que realmente fez a diferença? o trabalho realizado por meu namorado para recuperar minha confiança destruída pelos fracassos. É vergonhoso demais admitir que em um período em que resolvi pegar apenas 4 matérias para me dedicar melhor a elas, eu consegui a proeza de reprovar em todas!! Sabem por que? porque na hora da prova eu travava uma luta com minha concentração. O barulho de um colega ao meu lado era capaz de tirar minha atenção até que o tempo de prova se esgotasse! Mas por que jamais desisti? porque eu simplesmente não me imagino fazendo mais nada na vida.

O que me ajudou for passar na seleção de estágio de uma grande empresa e me destacar! Isso realmente não tem preço. Foi como se o processo de cura da minha autoestima tivesse alcançado seu ápice.

Tive problemas com a Ritalina – parei de tomar por meses e no momento ainda não voltei a tomar, mas pretendo – continuo com problemas de atenção, reprovo religiosamente todos os períodos em pelo menos uma matéria,mas pelo menos hoje caminho em direção à conclusão. De 60 disciplinas, faltam 14. Acreditem, para mim isto é uma grande vitória. Especialmente depois de ouvir de professores e pedagogos ao longo de toda a minha vida que eu não seria ninguém.

Agradeço todos os dias pela paciência dos meus pais e pelos bons professores!

Desculpa o textão!:D

2 de fevereiro de 2016 às 23:02

Me identificando com tudo aqui. Nunca sei nada direito. Há dias que sentar e me concentrar em determinadas atividades, me dá vontade chorar ou sair correndo de braços abertos pelo mundo hahaha. Brincadeiras à parte, alcançar e concluir um curso de Graduação e Pós, não foi fácil. Ainda mais, sem saber que tinha a doença. Várias vezes me senti burra. O que para uma pessoa, podia ser explicado 1 vez, para mim, pelo menos umas 3…. depois disso, eu ficava com vergonha e tentava ler sozinha. Também buscava ajuda dos amigos. Cheguei num ponto de me questionar se havia feito a escolha da profissão certa. Via muita gente boa e…. “eu” na outra margem. Aos poucos, venho compreendendo que de alguma forma, mesmo com dificuldades nós também somos bons. Afinal, não desistimos da vida, de buscar um caminho, de fazer uma história.

Todos os dias  EU QUERO DESISTIR, mas, Deus dentro de mim me mostra por quantas pedras já caminhei e DESISTO DE DESISTIR.

Vamos juntos, pessoal! Nos apoiando e trocando experiências. Esse mundo de tratamento é novo para mim, tenho muitas expectativas. Quero aprender um pouco de vocês!!

3 de fevereiro de 2016 às 18:00

Eu ainda nao fui diagnosticado.

Tenho 28 anos e estou desempregado no momento, e isto me faz ficar mais irritado ainda por não poder resolver!

Já fiz algumas pesquisas, mas mesmo só de ler sobre o TDAH me defini totalmente! Estou agoniado para resolver, mas ta dificil pois as consultas são muito caras!

Sendo bem sincero, se for mesmo comprovado que possuo tdah ficaria muito feliz! Feliz por saber que tenho motivos por ser o que sou, feliz por saber que tenho tratamento e minha vida poderá ser melhor…

Tomara que não demore pois estou agoniado! 🙁

4 de fevereiro de 2016 às 7:31

Bom dia!

Eu não fui diagnosticada ainda, meu neuro insisti em dizer que é apenas ansiedade, mas que ansiedade é essa que nunca passa, to tomando Frisium 10mg, e fluoxetina, o frisium eu não notei muita diferença, mas a fluoxetina me deixou mais calma, desde pequena eu sempre fui eletrica, assistia aula em pé, mexia onde não devia, depois comecei a ficar meio “burrinha” na escola, principalmente na área que envolvia cálculos, sempre me dei muito mal nisso, aprendia em um dia, no outro já não me recordava de mais nada ( ainda sou assim, e faço faculdade de ADM e to me ferrando a cada dia ) , me identifico muito com o transtorno, queria saber logo se tenho ou não, fico aflita por não conseguir fazer coisas simples no meu trabalho, coisas que faço todos os dias tem dias que me esqueço completamente como é, não consigo decorar números que uso diariamente, me sinto uma inútil.
Meu filho foi diagnosticado Aspergem, QI superior a idade dele, ele tem 5 anos e está com o QI de 8 anos, ele é muito esperto, adora números, e tem uma facilidade de aprender muito grande.
Queria saber se ele pode ter adquirido a síndrome por eu talvez ter algum problema.

4 de fevereiro de 2016 às 14:02

Boa Tarde!

Meu diagnóstico de TDAH foi há mais ou menos um ano. Eu li um livro sobre o assunto que um colega de trabalho me deu. Ele tem TDAH e achou que eu também tinha… Chorei muito ao ler o livro e fui procurar ajuda. Minha psiquiatra me receitou Ritalina, mas não afirmou categoricamente que tinha certeza se eu tinha o transtorno. Por causa disso não tomo o remédio, mas pago o preço com a cabeça nas nuvens e com crises de insonia que acabam comigo.

Faço terapia, e a terapeuta também não está convencida de que eu tenha TDAH. No entanto, eu me vejo a cada relato que leio. Tenho fotos da infância na escola onde todos os colegas estavam arrumados e penteados e olhando para a câmera… Eu sempre estava suja descabelada e olhando para qualquer coisa que não fosse pra frente.

Sem ter o diagnóstico por 40 anos tive que me virar, e desenvolver comportamentos compensatórios para poder viver e sobreviver. Hoje sou muito organizada e as coisas têm que estar nos seus específicos lugares, caso contrário, nunca consigo sair de casa, porque nunca sabia onde estavam as chaves, o batom, as roupas… por isso, hoje é tudo muito certinho, ou eu piro totalmente…

A agitação é o meu maior problema, e a sensação de inadequação que tenho porque me parece que todo o mundo é lerdo, incompetente, enrolado… Isso me dá problemas com a família, amigos, trabalho… Mas, como foi dito acima, GUERRA É GUERRA, e eu sou a Letícia, e não o TDAH. Sendo assim, luto a cada momento para me controlar. Pago todos os preços, mas no final eu ganho todas as batalhas conta isso.

Outra coisa que passei a fazer foi contar para todas as pessoas mais próximas essa questão… Família, amigos próximos, colegas de trabalho do dia a dia. Isso os ajudou a me compreender e a disparar menos críticas, e permitiu que eles me alertem quando estou me perdendo. No campo familiar, minhas filhas agora fazem até piada quando eu sumo da conversa ou quando não consigo sentar para um filme. Isso aliviou as tensões que havia quando eu nao as escutava ou quando largava tudo para passar horas na academia.

 

4 de fevereiro de 2016 às 15:57

Olá pessoal, boa-tarde.

Tenho 36 anos e fui diagnosticada há quase um mês. Já fiz terapia diversas vezes, fui a outros psiquiatras, mas nenhum deles jamais havia mencionado a palavra TDAH. O estopim para eu buscar ajuda (desta vez medicamentosa, pois das outras vezes eu me recusava a tomar remédio) foi o excesso de raiva e procastinação.

Não sei se mais alguém tem esse sintoma, mas eu não sou exatamente desatenta, mas às vezes do nada fico com muita raiva e posso ser agressiva com meu marido. Além disso, também sou hiper ansiosa, agitada, começo mil coisas e paro duas mil vezes…

Durante muitos anos eu utilizei os esportes como válvula de escape (sem saber que o excesso de energia que eu tinha era da TDAH) mas depois de uma lesão por conta do excesso de atividade física dei uma boa parada e agora fico mais em casa do que saio.

Trabalho no computador o dia todo, mas tem dias que não consigo fazer absolutamente nada. Meus prazos sempre estouram e eu simplesmente não consigo me preocupar com isso. “Se posso fazer algo agora, por que não deixar para amanhã?” é o meu lema.

Em dezembro comecei a tomar fluoxetina, por indicação de uma psiquiatra. Em janeiro fui a outra profissional e ela manteve a fluoxetina e me deu também risperidona como início de um longo tratamento para o TDAH (segundo ela, esse é só o começo, e os medicamentos serão outros).

Na escola e na faculdade sempre sofri muito pois não conseguia prestar atenção às aulas, e quando prestava não me lembrava de nada. Minha última tentativa de ser uma aluna “decente” foi em uma prova que tive de zoologia. Me lembro como se fosse hoje: estudei horrores, li o livro, entendi tudo. Só para chegar na prova e lembrar absolutamente nada.

Hoje minha memória piorou ainda mais, e eu tenho cada vez mais dificuldade para reter informação (um dos motivos pelos quais me decidi a tomar remédio, pois cansei de perder TUDO em casa).

Bom, falei demais como sempre, mas espero conseguir trocar mais informações com vocês. Obrigada pela atenção !!

 

 

 

  • Esta resposta foi modificada 1 ano, 1 mês atrás por Foto de perfil de Adriana Adriana.

4 de fevereiro de 2016 às 22:01

Boa noite… Já passei várias vezes por aqui e só agora resolvi deixar meu relato.. <span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>Desde a infância me deparava com situações das quais eu não era uma criança com comportamentos como as demais. Sendo muitas vezes um tormento para as pessoas ao meu redor. </span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”> </span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>E dessa forma foi-se até a adolescência, sempre denominada como a doidinha da turma. Uma aparente inteligência comprometida pela falta de atenção. Uma inquietação sem fim, sabe aquela perna que não para?, mãos</span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>  </span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>sendo movimentas incontroladamente, não ficar sentada por muito tempo, agitação SEMPRE, cabeça a 1000, um turbilhão de pensamentos, emoções.</span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>   </span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>Embora não pareça uma pessoa boba, com coração enorme, e que costumava ver o ser humano da melhor maneira possível, dando credibilidade em todas suas palavras.</span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>   </span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>Com passar do tempo descobri que tenho TDAH, na adolescência não me preocupei em seguir um tratamento correto, levando essa vida inquieta. No mundo acadêmico sem muitas dificuldades aparente quanto ao conhecimento em si, dando-me uma certa tranqüilidade e esperança pra um futuro promissor, PORÉM não foi</span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>  </span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>assim que aconteceu. Vieram as provas da OAB e com elas inúmeras reprovações, o que fez desencadear de forma agressiva o TDAH, ao ponto de me deparar com crises incontroláveis sem ai menos de dominar minhas atitudes, meu comportamento até mesmo meus pensamentos. Foi então que precisei procurar ajudar profissional com certa urgência. Faço terapia há mais de um ano o que tem me ajudado bastante, recentemente me deparei com uma situação inimaginável, o que eu acreditava ter o Transtorno de Hiperatividade, se transformou em uma série de transtornos associados, além da hiperatividade, o déficit de atenção ( que eu jamais pensei ter isso, risos),</span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>  </span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>transtorno de ansiedade</span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>  </span><span style=”text-align: justify; line-height: 1.5;”>e para minha maior surpresa um transtorno bipolar. Genteeeee no dia que me deparei com esse “laudo”, sinceramente tirei um peso enorme das minhas costas, tantas reprovações em concursos, OAB hoje tem uma explicação, (não é falta de inteligência é falta de atenção). Isso aqui é um desabafo. Por isso você que tenha alguma comportamento fora da normalidade ( assim denomina a sociedade ignorante ( falta de conhecimento)), procure um profissional ajuda demais, você não precisa ser parecido com as demais pessoas, cada um de nós temos nossas particularidades, e o transtorno tem tratamento (algumas vezes com medicação) mas é uma luz no fim do túnel. Não tenho vergonha alguma de ser da forma que sou, quero apenas ajudar quem ainda não teve seu diagnóstico, muitas vezes somos julgados por atitudes, contudo as pessoas não sabem o quão doloroso é não conseguir controlar seu próprio comportamento. PRONTO FALEI.</span>
<p class=”MsoNormal” style=”text-align: justify;”> É isso aí gente… Escrevi esse texto assim que recebi o diagnóstico… Guardei pq achei muito importante essa fase de descoberta…. hehehe</p>

8 de fevereiro de 2016 às 6:18

Eu fui diagnosticado com com 54 anos , acho que da pior forma possível .  Voltei a estudar com 54 anos queria muito fazer o curso de biologia , porém em alguns aulas o tempo passava e as aulas também , quando me dava conta , a aula passou e eu não “via” nada . Procurei Clinico Geral , para saber se era algum problema com a minha idade , ele me encaminhou para o neurologista que fez o diagnostico de TDAH .

9 de fevereiro de 2016 às 21:55

Tenho 23 anos e iniciei o tratamento ano passado, com o mesmo neurologista que me atendeu aos 8 anos, quando eu era uma criança-furacão. rs

Hoje aceito o tratamento, fazendo uso de medicação, terapia cognitivo comportamental e exercícios físicos diários, mas no começo não foi fácil. Sou bem teimoso, sabe… hehehe

Me vejo um pouco em cada depoimento e sei bem pelo que vocês passam. Não é facil, mas vou deixar um curto poema do Guimarães Rosa, que sempre me fortalece.

“Todo caminho da gente é resvaloso.
Mas também, cair não prejudica demais – a gente levanta, a gente sobe, a gente volta!
O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem.”

  • Esta resposta foi modificada 1 ano, 1 mês atrás por Foto de perfil de Caio Rodrigo Caio Rodrigo.

10 de fevereiro de 2016 às 13:21

Não consegui ler o tópico todo, mas quero dizer que descobri que tenho TDAH na mesma idade que você, Kim!

Caio, o que você tá achando da terapia cognitivo comportamental?

10 de fevereiro de 2016 às 20:30

Vcs conseguem assistir tv? Eu naaaoooo!Acho tudo chato.Prefiro olhar pela janela.Mas tem coisas que me concentro como p ex na saia curta da baba das criancas e no seu jeito afetado. Me irrita muito…Pq fico parada ao inves de mandar a vadia para os quintos dos infernos..

10 de fevereiro de 2016 às 22:42

Jamille, a terapia veio antes do diagnóstico e foi através dela que fui orientado a procurar ajuda médica. Faço até hoje e ela é de muita ajuda, mas não substitui o medicamento. É mais como um complemento, uma ferramenta pra enxergar outras resoluções pros problemas.

Se a vida estiver muito atrapalhada vale o investimento.

ps: também não consegui ler o tópico todo. Sou bom pra falar, mas pra ouvir e ler… hahahaha

11 de fevereiro de 2016 às 5:04

Olá a todos, muito importante o relato de todos aqui, pois nos sentimos menos só em nossas angustias. Eu sou Vanessa, tenho 35 anos e sempre fui muito diferente, eu digo que até quando não estou pensando em nada, fico pensando em como pensar em nada…hoje mãe e dona de casa, minha vida infelizmente sempre foi uma bagunça generalizada, eu tive ao longo dela, dificuldades de socialização, crises de ansiedade, Depressão(quase me levou ao fim, mas a medicação me ajudou), depressão pos parto(duas vezes). Depois de passar por tanto sofrimento, amadureci na base da dor mesmo. Tenho dois filhos lindos, sendo que o caçula tem autismo de alto funcionamento e tb TDAH, tenho me dedicado a ele e graças a Deus estamos tento excelentes ganhos, sendo a hiper atividade ainda muito presente nele, mas aprende bem rápido e alfabetizado e gosta muito de aprender outras línguas, no momento inglês. Minha família quase que toda tem traços do TDAH e autismo, por isso acho que há um componente genético muito presente em nós. Não uso medicamentos no momento, meu Nathan apenas um graças a Deus. Sei que preciso muito treinar com meus meninos a autonomia e utilização sensata e organizada do tempo para eles conseguirem adquirir hábitos que possam ajudar no futuro e trazer menos ansiedade. Espero trocar experiências que serão de muita ajuda no meu caminho e no de meus filhos. Agradecida :^)’

 

11 de fevereiro de 2016 às 8:20

Vanessa… uahauhuahauh, eu tb quando tento não pensar em nada fico pensando sobre “Como não pensar em nada” esse é um dos motivos que por alguns momentos dessa vida já achei que era louca!! kkkk, quando li não acreditei, não sou a unica pelo menos!!!

11 de fevereiro de 2016 às 12:22

Caio, te perguntei porque a minha média recomendou, ai fiquei curiosa!

(eu também sou assim!)

28 de fevereiro de 2016 às 11:17

Olá pessoal, como é bom ler as experiências de cada um, assim não me sinto tão sozinha no planeta.

Fui diagnosticada faz um ano, hoje tenho 23 anos, porém desde os 15 faço acompanhamento com psiquiatras e psicólogos. Sempre fui a diferentona das minhas 6 irmãs, todas eram nota 10 e eu era nota 7, mas por estar dentro da média minha mãe (com todo amor do mundo), achava que era meu jeitinho e me aceitava como. Aos 15, devido a ansiedade demasiada e irritabilidade, fui ao psiquiatra, desde então troquei de médico varias vezes, pois nenhum resolvia meu problema, só testavam remédios, e cada um me dava um diagnostico diferente, Bipolar, Borderline, personalidade controladora, TAG,   síndrome do panico, entre outros. Tomei tudo quanto é remédio, fiz psicanalise, comportamental, meditação… e nada parava minha mente, e fazia entender o porque de eu me sentir como um ser de outro mundo. Ano passado eu cansei, não aguentava mais aquele barulho na minha mente, meus relacionamentos eu consegui estragar todos, todos! fiz pessoas que me amavam me odiar, era muito impulsiva, falava tudo sem pensar, e ao mesmo tempo pensava tanto que criava tanta coisa que assustava as pessoas quando eu falava. Estudava pra concurso mas era impossível ficar sentada mais que 15 minutos, ou ler textos, fiquei 1 ano só estudando pra concursos, aparentemente eu estudava 12 horas por dia, porém se fosse tirar as horas líquidas, ahhh nem sei hein mta viajem. Fiz faculdade, mas não lembro de nunca de ter assistido uma aula inteira, sem levantar, sem voar na mente.

Enfim, ano passado, eu já tava tão cansada de mim que cheguei no limite, pensei em suicídio, falei com o psiquiatra que me acompanhava e ele disse “…  POXA, ESSA DESATENÇÃO PRA ESTUDAR E ESSA HIPERATIVIDADE PARECE TDAH, MAS NÃO PODE SER, VOCÊ FICA SENTADA A CONSULTA TODA, SE FOSSE TDAH VOCÊ NÃO CONSEGUIRIA…”

Caramba, olha os nossos profissionais! Trocou meu remédio, de novo, e eu sai de lá arrasada. Pensei que já era, eu não tinha jeito mesmo. Mas ele plantou a sementinha, outro dia fui procurar sobre TDAH (ja havia estudado na faculdade sobre o transtorno, maaas como eu nunca assistia a aula completa, devo ter perdido a parte que fala do tdah nos adultos.), encontrei um blog de um neurologista, aqui da minha cidade, que escrevia sobre o TDAH conforme ia lendo eu morria de chorar, pq tudo quanto é artigo, relatos e sintomas falavam de mim. Logo marquei consulta com ele, e no primeiro momento de conversa ele já me disse que sim, que eu era portadora do TDAH. Fez um eletroencefalograma pra me confirmar, me mostrou a hipossuficiência do meu córtex pré frontal.

Hoje eu sei o tamanho da minha capacidade, eu tinha jeito sim, e com a medicação eu já consegui ser aprovada em vários concursos. Fora a melhora no convívio com as pessoas, no lazer, no trânsito… apenas sinto muito pelo baixo nível dos profissionais que temos, foram 7 anos de diagnósticos errados, e muito sofrimento.

Estou tomando a ritalina de curta duração 20mg, porém o efeito dura muito pouco, na próxima consulta vou relatar para tentar trocar para a LA.

Muito bom poder compartilhar, pois por mais compreensível que seja a pessoa, só entende quem realmente tem TDAH.

1 de março de 2016 às 0:17

Sei exatamente o que passa, também gostaria de conversar com pessoas que passam por isso, tem dias que tenho medo de perder a sanidade..

1 de março de 2016 às 15:10

Olá, eu descobri no fim do ano passado, por causa dos meus filhos… ainda estou atônita… nem sei por onde começar. Meus filhos já fazem tratamento. eu tô com vergonha, rssss

1 de março de 2016 às 15:16

Olá! qual video voce viu? gostaria de ver também, obrigada!

Calma voce ainda é muito novo, tem muita coisa pela frente… eu já estou dobrando o cabo da boa esperança, kkkkkk, e ainda tenho fé em ser melhor, me conhecendo, meus filhos também  tem TDAH e com os medicamentos e terapias estão muito bem.

25 de abril de 2016 às 10:47

Minha vida é uma bagunça só, tem um monte de coisas que não consigo terminar de fazer, como por exemplo: Lê um livro, estou lendo 03 livros e não terminei nenhum, comecei 03 cursos universitários e não concluí nenhum, estou há 03 anos no 4º curso e ainda não saí do 1º semestre.

Diante disso e quando minha filha de 06 anos foi diagnosticada com TDAH, e após lê sobre o assunto, procurei um clinico e falei que poderia ter TDAH e o mesmo me falou que “não existe TDAH em adultos” pode uma coisa dessas? Mesmo assim me encaminhou ao Psicólogo e informando que tenho crise de ansiedade. Veremos o que dirá o Psicólogo.

18 de maio de 2016 às 11:30

Alguém poderia me ajudar? Atualmente estou sem convênio médico e preciso do meu medicamento, Venvanse 50mg. A consulta particular com o psiquiatra que frequentava é muito caro e o medicamento também. Caso alguém conheça um bom profissional com um valor mais justo eu agradeço!
É muito complicado ficar sem o medicamento por muito tempo!!

20 de maio de 2016 às 22:48

Eu tô dando os primeiros passos para fazer um diagnóstico sobre T.D.H.A.  Já tenho 45 anos e desde pequeno sou uma pessoa com problemas de comunicação (para ser modesto).Quando criança tive meningites aos 3 meses de idade e passei boa parte da minha infância fazendo E.C.G (Eletro cefalograma)  e EC ( eletrocardiograma) varias vezes.

12 de junho de 2016 às 2:39

Eu já estou com 35 anos, e na minha infância ou adolescência nunca procurei saber se sofro de TDAH. Minha dificuldade é ter disciplina em fazer uma tarefa de cada vez, pois eu sou extremamente impaciente com atividades rotineiras e minha mente é uma bagunça. As pessoas dizem que sou inteligente e não entendem o porque que não consigo finalizar nenhum curso universitário, confesso que nem eu sei. Não sinto dificuldades no aprendizado, mas a rotina parece que se torna tediante. Quando me interesso por algo tenho hiperfoco e sou perfeccionista..mas n sei controlar o tempo e nem associar com outras atividades, e isso me prejudica. Sou capaz de ficar várias horas em algo, mas com certeza pessoas ou até outras atividades ficarão em segundo plano. Penso em muitas coisas ao mesmo tempo, meu temperamento oscila rapidamente conforme algo me agrade ou não… não me acho muito hiperativa fisicamente, mas sempre estou movimentando os pés…ou pernas quando deitada ou sentada. Tenho dificuldades para dormir cedo e as vezes machuco as pessoas que gosto por causa dessa oscilação de humor. Nos meus primeiros cinco anos de vida fiz um tratamento para convulsão, pois sempre adoecia da garganta e devido a febre alta os ataques me surpreendiam. Mas o tratamento foi um sucesso, o médico disse que era devido a um trauma do parto e ela não mais se manifestaria. Minha mãe também comentou que fui vitima de uma tentativa de aborto porque ela era muito jovem na época, mas nasci aparentemente sem sequelas, não sei se todas essas coisas possuem alguma referência com isso. Já observei que ela é muito nervosa e impaciente com certas questões, e desconfio que ela tenha me passado esse tal TDAH. Como ela é muito voltada para questões religiosas não busca fazer tratamentos com profissionais, acha que tudo é criação da nossa cabeça e falta de espiritualidade. Ainda não tive oportunidade de frequentar um especialista para verificar o diagnóstico, mas todos os testes que faço não oficial me orienta a buscar um profissional devido ao alto grau de pontuação. Uma das coisas que me auxiliavam com este sentimento sufocante eram a pratica de exercícios e redigir textos, mas fora destes intervalos eu sempre estou com uma mente inquieta e ansiosa.

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30 de junho de 2016 às 11:09

Olá amados! Meu noivo descobriu à 3 dias que tem TDAH, estamos juntos a quase 4 anos e iremos nos casar no ano que vem. Ele aceitou bem, pois sempre teve dificuldade de concentração, e de conversar, mas está com medo de que possa piorar, tem medo que nossos futuros filhos tenham também TDAH, que tenha que tomar Ritalina para o resto da vida. E também estou preocupada, pois as vezes ele é bem difícil de se relacionar. Gostaria de passar segurança para ele e aprender mais sobre esse transtorno para poder ajuda-lo. Eu tenho 24 anos, e ele 29.  É ruim descobrir isso na fase adulta, pois os danos que foram causados é difícil de se recuperar, ele reprovou muito na época de escola, está tentando terminar a faculdade há 4 anos e não consegue. Ele é muito inteligente, mas não consegue terminar nada do que começa. Gostaria de opiniões, sugestões, ele deve fazer algum acompanhamento com Psicólogo? Por enquanto o Neurologista deu o diagnostico e passou 2 comprimidos de Ritalina ao dia, durante 30 dias, para ver se tem alguma melhora.

Agradeço.

 

7 de julho de 2016 às 0:05

Boa noite a todos(as)!

Não sei bem por onde começar.  Na verdade nunca fui bom em me abrir.

Tenho 27 anos de idade, moro na cidade de Goiânia/GO e sou estudante de Engenharia de Computação na UFG. Até aqui parece estar tudo ótimo, mas não está. Descobri a cerca de 8 meses que sou portador de déficit de atenção e tenho procurado tratamento deste então. Tenho consultas semanais a uma psicóloga e bimestrais a um médico psiquiatra.

Decidi procurar ajuda pois me sentia “ficando para traz”. Vejo diariamente amigos(as) que estudaram comigo na infância e na juventude e que estão levando suas vidas. Eu não me vejo progredindo e muito menos prosperando. Não quero levar a vida igual a deles. Só gostaria de poder controlar a mim e, consequentemente, a minha vida.

E o que me faz pensar assim? Aos 17 passei para Biologia na UEG e não defendi meu TCC. Comecei a trabalhar na área, sem ter um diploma. Em seguida comecei uma pós, mas logo abandonei e decidi que gostava de informática e entrei para Eng. de Computação na PUC. Com 2 anos transferi para a UFG, mas mantive o curso. No começo do semestre tentei retomar a Biologia mas descobri que fui jubilado e para concluir eu teria que fazer vestibular de novo.

Acho que escrevi muito e não consegui descrever minha realidade.

Eu gostaria de ajuda, alguém que tenha passado ou passa por algo parecido comigo.

Até mais.

14 de julho de 2016 às 17:24

Boa tarde a todos!
Como um bom TDAH é claro que eu não li neste primeiro acesso ao site/fórum tudo que você já postaram. Justifico-me com o seguinte (também): esta primeira postagem é minha apresentação.
Bom, tenho 45 e o diagnóstico veio há cerca de um mês. A surpresa foi positiva e é como se eu tivesse recebido as chaves da casa própria. Pude revisitar todo o meu passado desde as primeiras memórias, cuidadosamente, em todas as principais áreas de minha vida, sob a nova ótica. Fui achando muitas respostas e gostando do muito do “mergulho”. Vindo à tona, aos dias atuais, o que fazer agora?
Os primeiros cuidados foram com uma alimentação adequada e porque não, reforçada quanto a alguns elementos (minerais e vitaminas). Em seguida, como um grande puxão de orelha em mim próprio comecei a ler literatura especializada (em geral artigos científicos e livros, incluindo a questão da procrastinação, que tenho dúvida se está dentro do diagnóstico conforme a psiquiatria, hoje – vale salientar -, enxerga).
Espero contribuir, mas também colher muita coisa das experiências de cada um de nós.
Abraço grandíssimo!
(aliás, um Hiperabraço!  rsrsrs….)

14 de julho de 2016 às 17:26

Em que cidade você vive?

14 de julho de 2016 às 17:28

<span style=”color: #505050; font-family: ‘Open Sans’, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22.4px; text-align: center;”> </span>Alice Liddell<span style=”color: #505050; font-family: ‘Open Sans’, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22.4px; text-align: center;”> ,
</span>Eu também sinto invariavelmente isso de ter perdido tempo… mas me consolo sabe como? A psiquiatria também. Ela sabe pouco dela mesma…

14 de julho de 2016 às 17:33

Oi Guilherme Grilli<span style=”color: #505050; font-family: ‘Open Sans’, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22.4px; text-align: center;”> ! Em qual cidade você vive?</span>

14 de julho de 2016 às 23:03

Boa noite Carlos.

Devo dizer que seu testemunho foi muito interessante para mim. Me senti da mesma forma, quanto me analisar no passado e no presente, mas foi quando li o livro “No mundo da Lua”. Situações, vivenciadas que eu chegava a pensar: “Caramba, escreveram esse livro sobre mim”. Mas estou em uma situação ainda desconfortável, onde tenho que me reeducar e aprender como conviver comigo mesmo.

Eu me interessei na parte que você mencionou sobre alimentação e artigos científicos. Você teria alguns para sugerir?

Eu moro na cidade de Goiânia-Go.

Boa noite a todos(as).

15 de julho de 2016 às 0:00

Oi Célio! Vou te passar um link de 19 títulos que tenho no meu Google Drive (os links são os últimas desta postagem). Ainda não li todos, mas a cada um que leio vou confirmando muitos traços, nuances e práticas para lidar com meu perfil mais para hiperativo e impulsivo, que ao final das contas atrapalha a concentração. Lendo parte desses títulos, percebi que a nível neurológico algumas deficiências podem ser aliviadas com a alimentação apropriada, sendo assim montei uma dieta que começo a sentir resultados nestes dias, após três semanas de adoção. Ela baseia-se em manter cumpridas algumas necessidades que “temos”. Estou aberto as críticas, até porque essa “configuração” é uma primeira versão: estou cuidando da alimentação com a finalidade de “lubrificar” a mente, o intelecto, para longas jornadas de estudos. Senão diárias, longas porque estão dentro de um planejamento para dois anos, e só se passaram alguns meses.

Essa alimentação, para “lubrificar” a “máquina” de se concentrar, de aprender, de ler, absorver, memorizar, raciocinar e escrever (uma “verborragia” pois não!?  rsrsrs) tem como princípio a melhor oxigenação e nutrição possível do cérebro.

Para tanto os nutrientes que vou relacionar têm a função de proteger e reforçar a bainha de mielina para que as sinapses ocorram com maior liberdade, volume, velocidade e efetividade, proporcionando, facilitando ou propiciando o crescimento das redes neurais, que no campo cognitivo, vai causar “grosso modo”, um aumento da inteligência no sentido de percepção, destreza, rapidez e interconexões entre diversos temas já conhecidos, já estudados por nós, e entre os que estamos estudando atualmente. Coisa para a qual o combustível é a leitura.

Vamos lá: zinco, selênio, magnésio e fósforo; vitaminas C, D e todas do complexo B (especialmente a B6 e a B12); ômega 3-6-9 (especialmente o 3 e o 6) e ácido fólico.

Todos eles, conjuntamente, além de proporcionar o melhor fluxo e funcionamento sináptico, vão favorecer os mecanismos de absorção ou bloqueio, conforme o caso, de aminoácidos e outras moléculas importantes para as atividades intelectuais, mas também, e porque não, principalmente, para a sensação de bem-estar causada pela regulação de serotonina.

Essas coisas todas estão presentes em vários alimentos (e se precisar, em suplementos), os quais você pode ver de modo rápido – para escolher, dentre eles, ou os mais ricos, ou os de sua preferência – nos seguintes links:

http://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-selenio/

http://www.mundoboaforma.com.br/20-alimentos-ricos-em-zinco/

http://www.mundoboaforma.com.br/17-alimentos-ricos-em-selenio/

http://www.mundoboaforma.com.br/10-alimentos-ricos-em-metionina/

http://www.mundoboaforma.com.br/15-alimentos-ricos-em-acido-folico/

http://www.mundoboaforma.com.br/17-alimentos-ricos-em-fosforo/

http://essentia.com.br/o-acido-graxo-omega-3-e-a-vitamina-d-podem-controlar-a-serotonina-no-cerebro-afetando-o-comportamento-e-disturbios-psiquiatricos/

http://www.fredericopretti.com.br/tratamento-de-doencas-neurologicas-e-psiquiatricas-com-nutrientes-como-vitaminas-c-d-b6-b9-b12-e-magnesio/

http://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-zinco/

Ah! Não se pode esquecer de dar uma pedaladas ou caminhadas – e para tanto prefira o contato com a natureza aos ambientes fechados, de academias – porque além de patrocinar a oxigenação, vai te dar um descanso mental, além de gratidão pelo que passará a notar no ambiente por onde for, e por isso, lugares pelos quais ainda não passou, são mais atrativos, por serem novidade. Isso é favorável à produção da dopamina e endorfina.

No meu caso, estou usando:

POR DIA:

farinha de quinoa vermelha real (3 colheres de sobremesa); sementes de linhaça marrom (1 colher de sobremesa); castanha-do-pará (uma noz); granola (cerca de 50g); tudo dentro do iogurte sem gordura (um copo com cerca de 100g); uma laranja; vitamina D (4.000 UI, umas 20 gotas mais ou menos), vitamina C (Cewin, 500 mg); e duas fatias de pão integral.

A CADA 3 DIAS:

uma sardinha ou atum ralado (que dá meia latinha dessas comuns, sem nenhum “tempero”, molho de tomate, ercas, etc; pura mesmo) e uma cápsula de ômega 3-6-9 (comprei da marca DIVCOM, embalagem com 90 cápsulas, ou seja dá para 9 mêix rsrsrs…)

A CADA MÊS:

injeção de Citoneurin 1.000 (com ampolas I e II)

 

Agora os títulos de que falei:

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnUUFtdkd0eTNsRW8/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnZ1QzRkZjc1RjZlU/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnemJRUGZjVmVrT0k/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnRXQzamduNE85alU/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnOGhKb2J0UkpGU2s/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnTVJLc0Z1YjFYYms/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcncjU4Z3V3UWJGWDQ/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnZVdvY28xXzZlT0E/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnLVhqMmNPQVpGREE/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnNjZjcWZ6VTNtQVE/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnb1ZRSTEyV0IzQjQ/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnT0lNVWJic0U2d0k/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnc2w3UzgzdGNzVzQ/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnd3lDdk9zTjZDaUE/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnc2VwazhWdmlqQ0k/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnb0xNSWlYNTlmQms/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcndXFBY2lqbFE2eU0/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnV1h1dUxaSU1rM1k/view?usp=sharing

 

https://drive.google.com/file/d/0By4jX2l1tRcnTUUxSlJQYWQ2X3c/view?usp=sharing

Além disso tudo, quero também expor o seguinte: uso metilfenidato, mas não 10mg de uma vez, porque liga meu impulso demais e fico querendo fazer tudo ao mesmo tempo. Uso apenas 5mg a cada 3h mais ou menos, mas nunca passo de 20mg por dia. Tomo uns três dias seguidos e para por um dia, para depois retomar…

Comigo tem dado certo até agora…
Espero ter coolaborado.
Abraço a você Célio e a todos do grupo!
(caso haja algum problema com a formatação dessa postagem, fique(m) à vontade para enviar-me email -> fredvilar@gmail.com

15 de julho de 2016 às 0:07

Boa noite a todos novamente. Em complemente à resposta que escrevi ao Célio, gostaria de acrescentar uma fonte que me ajuda muito com uma grande profusão de artigos, que é a revista específica de TDAH, só que em inglês, porque americana: é a ADDitude Magazine. Além dela há várias associações nos EUA. Sigo muitas e para tomar conhecimento delas sugiro darem uma olhada em quem sigo no meu twitter @cf_vasco.
HIPERabraço!

18 de julho de 2016 às 13:16

ola pessoal,

Me identifico muito com vcs.

Tudo começou, em 2013. quando minha ex-chefe psicologa me demitiu pq eu ‘nao consiguia acabar as coisas’ e ela disse ‘acho q vc tem TDAH’. Fui ao psiquiatra e comecei a tomar ritalina durante 1 ano mas nao funcionava!Acho ate que piorou..Descartei a ideia…entao, agora em 2016 voltei a estudar sobre o assunto pois comecei duas faculdades e nao terminei nenhuma (Administração e Engenharia de Produção) e vi que sou muito agitada, odeio ficar mto tempo no mesmo lugar..Então, considerei que realmente tenho TDAH (minha familia tb, inclusive).

Fico pensando no tempo perdido, nas decisões impulsivas e fico muito mal…tenho ate vontade de me matar…tenho ido no psiquiatra mas nao esta sendo o suficiente…AFF

Bom, sou bailarina clássica desdos 7 anos e isso me ajudou MTO na questão de disciplina.Sou muito organizada (acho q ate para uma pessoa ‘comum’). Meu grande problema é manter o foco, controlar o tempo, hiperatividade (tedio…) e acabar as coisas heheheh

VAMOS NOS AJUDAR!!

ABRAÇOS

 

18 de julho de 2016 às 14:55

Carlos muito obrigado pelo retorno.

Achei muito intrigante a forma que você lida e se resguardar dos sintomas do TDAH.

Estou em local de trabalho e não consigo ter acesso aos links, mas assim que chegar em casa vou adicioná-los à minha nuvem e separar uma parte do dia para me informar mais.  Acerca da sua alimentação, vou tentar adaptá-la a mim e testar. Tendo resultados positivos ou negativos, trarei o feedback para o fórum.

Abraços!

18 de julho de 2016 às 15:04

Olá Vivian!

Também me interessei pela sua postagem e acredito que todos aqui já nos sentimos da mesma forma. Ainda está sendo muita “novidade” para mim.

Asseguro que você não está só. A melhor forma de lidar, ao menos para mim, é frequentar um profissional responsável, pontuar sua evolução e testar técnicas até acertar. Temos que nos conhecer para saber o que evitar e incluir novos hábitos.

Estou em uma fase difícil, devido as provas finais do semestre. O estudo tem sido difícil e muitas vezes insuficiente. Mas não vou me deixar abater!

Boa tarde!

18 de julho de 2016 às 15:40

Pois é… muitas vezes eu mesmo me acho intrigante também… rsrsrsr

Bom, como já estou convicto que em mim a impulsividade é um fator fortíssimo, e como já li por aí que nós TDAH temos na cabeça uma ferrari com freios de fusca, o monitoramento e os cuidados com o que penso e principalmente com os motivos por detrás dos pensamentos, a forma como ajo e seus porquês, são meu principal “alvo” de atenção.

Além de adotar a prática de ter um diário comigo o tempo todo, no qual registro o que acontece em mim, o que me facilita na minha terapia cognitivo-comportamental, a prática de meditação e yoga também vem me auxiliando muitíssimo (isto é, adotei práticas ayurvédicas).

Tudo isso serve apenas para – a despeito das críticas – afastar-me o máximo que posso de remédios sintéticos. Nada contra a psiquiatria. Mas considero-a ainda muito incipiente em tudo (como a Ciência é um processo né…) e ninguém (fora Deus, pois sou daqueles que acredita n’Ele) me conhece melhor como eu mesmo. Além do mais, todo cuidado é pouco com remédios sintéticos porque eles – na minha opinião – “mascaram” o que realmente acontece.

Boas tardes e uma semana oceânica a todos nós!

22 de julho de 2016 às 10:13

Olá, fui diagnosticado a pouquinho tempo, tenho 22 anos e ja tive alguns problemas na vida por consequencia do TDAH.

Sempre me senti um estranho no ninho!

Eu era considerado o nerd na escola, mas nem abria os cadernos. Chegava na aula atrasado quase sempre e nem sabia que ia ter prova ou algo do tipo. Tinha sempre de ser avisado pelos colegas das provas e dos trabalhos. Mas no geral eu ia bem, mais por causa das provas.

Como ser humano, sempre soube que meu cerebro não parava quieto, eu tenho 300 mil pensamentos por minuto, e sempre achei que era normal pra mim porque eu gosto de pensar. Mas o que mais me incomodou, foi o fato de perder a motivação muito fácil. Em relacionamento conjugal, me torno uma pessoa muito “sensível” em reação as palavras e atitudes da conjuge!

Mas agora que descobri tento dizer a mim mesmo que isso eho TDAH agindo, as vezes funciona kkk….

Isso ai, estou aqui no forum a procura de informaçao, conhecimento e  gostaria muitissimo de fazer amizades com voces! Gostaria de encontrar pessoinhas tão inteligentes e criativas como todos aqui! 😛

3 de janeiro de 2017 às 14:34

Olá a todos,

Também só descobri em adulto.

Há dias tão difíceis, tão horríveis….hoje é um deles em que não consigo fazer nada.

Beijinhos para todos e espero que amanhã seja um dia melhor 🙂

 

 

3 de janeiro de 2017 às 15:33

Firme no que te faz diferente da média, ou de outro dizer, não-medíocre.
Teu valor está na tua diferença. E ela é tua coragem em estado bruto, em potência. Realize-a e realize-se.

3 de janeiro de 2017 às 15:36

Obrigada pela força, tem dias:)

 

 

3 de janeiro de 2017 às 17:21

Feeling Blah? Here’s How to See Your World with Fresh Eyes

https://www.psychologytoday.com/blog/think-act-be/201612/feeling-blah-heres-how-see-your-world-fresh-eyes

5 de janeiro de 2017 às 20:23

COMPARTILHANDO…

** Is medication needed to treat adult ADHD? **
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Although medication is the primary treatment for adults with ADHD, and has good empirical support, many adults would rather not take it. For these adults with ADHD, it would be helpful to know whether medication is likely to provide significant benefits above and beyond those they would gain from well-conducted therapy, or whether they are likely to derive roughly equivalent benefits from therapy alone.

This important question was addressed in a recently published study titled ‘Efficacy of cognitive behavioral therapy with and without medication for adults with ADHD: A randomized controlled trial’. The study was published online in 2016 in the Journal of Attention Disorders.

Eighty-eight adults with carefully diagnosed ADHD were randomly assigned to receive 12 weeks of cognitive behavioral therapy (CBT) alone, or CBT plus medication. Over the 12 weeks, the following topics were addressed:

1. Basic education about ADHD and how it impacts adults.
2. Goal setting and strategies for attaining goals.
3. Organization and time management.
4. Managing stress.
5. Identifying and correcting maladaptive thoughts.
6. Anger management.
7. Impulse control and strategies for effective self-regulation.
8. Building self-esteem.
9. Understanding common relationship problems in adults with ADHD and how to address them.

The program focused on the acquisition and practice of adaptive cognitive and behavioral skills to improve functioning in these areas. In addition to didactic presentations on these topics, sessions were used to practice new skills and identify ways to utilize new skills participants’daily lives. Participants received weekly homework focused on implementing the newly learned skills – this was an important part of the program.

Each participant was also assigned a coach that they worked with throughout the program. Coaches held twice weekly phone calls with participants in addition to a brief face-to-face session. During these coaching sessions, participants and their coach discussed the practice/implementation of new skills and discussed ways to address barriers to their implementation.

Following the 12th session, there were 3 monthly booster sessions dedicated to reviewing key concepts and trouble shooting. Telephone coaching continued during this time on a weekly basis.

Medication treatment – Adults assigned to the CBT + medication group began on medication prior to beginning CBT; they were started on a low dose of stimulant medication that was gradually increased based on feedback on efficacy and side effects. When further increases in dose did not enhance efficacy, or led to side effects, the prior dose was considered optimal. They were maintained on their optimal dose throughout the study and follow up period. Adults who did not respond to the initial stimulant were tried on a different stimulant.

Measures – A broad array of outcome measures were included so that treatment impact on core ADHD symptoms and functioning in important life domains could be examined. The domains assessed included organizational skills, self-esteem, symptoms of depression and anxiety, anger expression, and global functioning. These were all self-report measures that were completed by adults themselves. Core ADHD symptoms were also rated by an informant that each adult selected, e.g., a spouse, partner, close friend, co-worker, etc.

The measures summarized above were collected at multiple time points – at baseline, immediately following medication optimization and before CBT began, after 12 weeks of CBT, following the 3-month booster period, and a final time 3 months later.

This data collection schedule enabled the researchers to compare the 2 groups (CBT and CBT + meds) at multiple time points to learn whether any initial advantages found for either treatment were maintained over time.

Results

ADHD symptoms – Adults in the CBT + medication group reported significantly greater reduction in core ADHD symptoms than adults receiving CBT alone; this was evident after the 12-week CBT treatment, after the 3-month booster ended, and at the final follow-up 3 months later. Those who received CBT only also reported a significant reduction in core symptoms but this was less than for those who also received medication.

When observer ratings were examined, adults receiving meds were also reported to show greater improvement in core symptoms than adults receiving CBT alone; this was evident immediately after CBT ended as well as after the 3-month booster. At the final assessment 3 months later, however, significant differences between the groups were no longer evident.

Organizational skills and self-esteem – Those in the CBT + meds group reported greater improvement in organizational skills following the CBT sessions as well as after the 3-month booster; at the final assessment 3 months later, however, these differences were no longer significant. A similar pattern was found for self-reported self-esteem. Thus, for these outcomes, those receiving CBT + meds improved more quickly, but by the final measurement point adults in the other groups had ‘caught up’.

Depression, anxiety, anger expression, and global functioning – For these measures, there was a trend towards improvement in both groups with no differences between them.

Summary and implications

Does medication provide significant additional benefits to adults with ADHD above those provided by a good course of CBT alone? Results from this study indicate there is not a clear answer to this question as it depends on what outcomes are being considered and the time frame in which they are being looked at.

For several outcomes measures – core ADHD symptoms, organization, and self-esteem – those receiving CBT + meds improved more quickly; that is not surprising given that the positive effects of medication are immediate while those resulting from therapy are likely to build over time. It was only for ADHD symptoms, however, that the incremental benefits of meds tended to persist and this was only when considering self-report and not observer ratings.

For the other outcomes, i.e., depression, anxiety, anger expression, and global functioning, no additional benefits from meds were evident. The authors point out that this may have been because participants were not clinically elevated on these measures to begin with, so there was less room to show improvement.

What general conclusions can be drawn from this study? For adults whose difficulties related to ADHD are acute, a trial of medication seems very important. The impact on core symptoms and on several important functional domains is likely to be much quicker; this can be especially important when someone is really struggling. Although those receiving CBT only generally caught up by the end of the study, this was more than a full year out (4 months CBT, 3 months of booster session, and final follow-up 3 months later). For those whose ADHD is significantly impairing their day-to-day life, the time required for meaningful improvements with CBT alone may be too great.

For adults whose ADHD related difficulties are less acute, and who do not wish to take meds, results indicated that well-conducted CBT plus coaching is likely to produce significant benefits in how they experience their lives; this will likely occur gradually over an extended time period. For many individuals, this more gradual reduction in symptoms and impairment may be fine.

Two important points qualify the above. First, except for observer ratings of core ADHD symptoms, all outcomes were based on self-report and some would suggest that these are not objective assessments. Thus, including more objective assessments of different outcomes when feasible would have strengthened the study.

Second, it is important to note that the CBT provided was quite an extensive treatment – weekly group sessions and multiple weekly coaching session for 4 month followed by monthly boosters over another 3 months. To be candid, it could be difficult to procure this treatment in many communities; medication, of course, is available pretty much everywhere.

Thus, challenges to obtaining good non-medical treatment for ADHD is a real issue that must be addressed for individuals to more easily realize the benefits that such treatment can provide.

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Sincerely,

David Rabiner, Ph.D.
Associate Research Professor
Dept. of Psychology & Neuroscience
Duke University
Durham, NC 27708

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19 de janeiro de 2017 às 14:12

Olá pessoal,

Quem quiser apenas saber a idade que descobri ter TDAH, vou poupar da leitura abaixo, foi com 36 ou 37 anos.

Porém já sabia da minha “hiperatividade” desde os 6 anos de idade, quando a escola me enviou para uma psicóloga que avaliar-se meu comportamento. Mas naquele tempo (início dos anos 80), nem imagino que tipo de informação as pessoas, mesmo da área médica, possuíam. Visto que mesmo hoje em dia, profissionais da área médica, e até psiquiatras e neurologistas que pude conversar, tem conhecimento muito superficial, e até mesmo errôneo a respeito do TDAH.

Devido, acredito eu, a falta de informação dos meus pais e dos profissionais que me “tratavam”, e também por talvez ser o entendimento que havia na época, a informação era que essa condição prevaleceria apenas até o fim da minha adolescência.

De fato, durante a minha adolescência tive uma mudança radical de comportamento. Passei de uma criança alegre, extrovertida, que não parava quieta e não parava de falar, para um adolescente, e posteriormente um adulto; introvertido, quieto, de poucos amigos.

Enfim, creio que essa mudança veio devido a tanta reprimenda que tive durante toda a infância, pois todos (pais, professores, médicos, psicólogos) queriam que eu me encaixasse num padrão de comportamento/funcionamento que não era o meu. E a técnica era a força bruta! Ou seja, castigos, sermões, surras, censuras, críticas e etc.
Hoje, e o que de fato venho entender que ocorreu foi que: aquela “hiperatividade” que era 100% motora, tornou-se em atividade interna… Uma mente que está constantemente analisando, considerando, viajando, sonhando, desvirtuado, mudando de assunto a cada instante e numa ordem totalmente aleatória e numa velocidade exorbitante.

Porém eu jamais pude associar essa condição a “hiperatividade” com que fui rotulado desde a infância. E mesmo o nome TDAH, eu não poderia relacionar a minha situação. Pois Déficit de Atenção, me parecia totalmente o oposto da minha circunstância. Por que eu sempre estava ligado em tudo que estava acontecendo ao meu redor, e o tempo todo. E déficit dava a impressão de um retardamento, ou um atraso na percepção. E eu me sentia o oposto disso. Nem podia notar que era isso que me impedia de manter o foco nos professores durante as aulas, ou seja, daí a falta (déficit) de atenção. Mas no sentido de ter a atenção espalhada em vários motivos do que a falta dela. Sendo de fato dificuldade em focar a atenção em um assunto por muito tempo.

Passaram-se os anos e eu sabia fortemente que alguma coisa estava errada comigo. Eu me via com uma mente tão brilhante e tão cheia de ideias, associações mil, conhecimento geral acima da média, e ao mesmo tempo com tão poucas realizações na vida, e uma dificuldade monstruosa de colocar qualquer ideia em ação, em prática. Até mesmo pagar contas em dia, ou manter minha gaveta organizada.
Logo aos 16 ou 17 anos, iniciei uma jornada solitária para compreender o que estava errado, para compreender qual era meu o problema, e isso me levou a uma busca interior de uma profundidade avassaladora. Essa busca por uma razão de ser, que se tornou em uma perseguição quase espiritual por sentido. Essa jornada foi muito, mas muito dolorosa, mas me levou por tantos caminhos incríveis e me fez compreender tantas coisas a respeito da vida e da realidade, que em grande parte eu me sinto agraciado por ter nascido assim.

E por outro lado, convivo com uma solidão de ter uma mente diferente, rápida, perspicaz em associar ideias, em observar a realidade de tantos ângulos e aspectos quanto possíveis, que dificilmente encontro alguém disposto a compartilhar minhas impressões mais sagazes a respeito de tudo.

Enfim, só por volta dos 36 ou 37 anos de idade, conversando com um amigo que sugeriu a possibilidade de eu ter TDAH é que comecei a pesquisar e compreender o que tinha… depois começou a jornada em busca de um médico, e um diagnóstico…, mas isso já é uma outra história, que já contei aqui neste fórum em um outro post…

Se você leu até aqui, obrigado e parabéns!

Isso foi apenas um desabafo…

18 de março de 2017 às 21:11

Descobri há poucos anos, contudo, ainda não cheguei perto de achar um caminho para viver com isso.

Pior que vi inicialmente o diagnóstico com desconfiança, pensando… “como nunca nenhum médico especialista descobriu isto, já que tive tantos problemas com depressão profunda e anteriormente com a síndrome do pânico”.

Ah desconfiança acabou quando comecei a ler e entender o que era o TDAH.

Até parei de ler sobre o assunto, mesmo porque ler não é meu forte, mas parei porquê era muito doloroso ver que muito, mais muito mesmo, do que fui e ainda sou foi e é influenciado nitidamente pelo TDAH.

Até o momento não consegui um tratamento psicológico com um especialista no TDAH, e isto esta fazendo muita falta.

Sempre me senti com um potencial muito maior do que eu consigo apresentar e me culpava muito pelos “desinteresses” nas coisas, as fugas das coisas que eu mesmo havia buscado anteriormente, ou mesmo quando simplesmente esqueço aquilo que eu simplesmente sai de casa para levar por estar preocupado em não atrasar na entrega daquilo que esqueci por exemplo.

Isso ferrou minha auto estima, precisei beirar os 30 para descobrir que não era minha culpa diretamente, e hoje tenho um pouco de alívio, mas a falta de atendimento ainda atrapalha muito.

Descobrir foi importante, mas, agora preciso vencer e confesso, não esta nada fácil.

Afinal, agora tenho certeza de que algo pode dar errado a qualquer momento se eu me descuidar, assim como antes eu já sabia, porém, agora é com a certeza de que não era só um excesso de insegurança e sim um problema real.

Bom espero encontrar um profissional que eu possa pagar, afinal eu sou um ótimo portado de TDAH, ou seja, finanças não é de forma alguma o meu forte e lembrar consultas .. (a última profissional, me mandava mensagem todas as manhãs nos dias da consulta e mesmo assim eu acabava esquecendo algumas vezes).

 

Bom que Deus me ajude e ajude a vocês também.

 

Confesso que hoje só entrei para escrever e desabafar, pois, não estou conseguindo ler muito. Outro dia tentarei com mais calma me acercar mais dos assuntos.

abrçs